terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Qual o nome da música? Ou ainda, o nome do filme é Psicose

Num pout pourri de cinema e Carnaval, a desgovernadora Yeda e o Grupo RBS nos brindam hoje com um case de 'marquitin', bem ao gosto dos 'gestores' e 'colaboradores' locais. Na carta ao colunista Paulo Sant'Anna, a sra. Cruzes paga de afável e quase nos faz crer que berimbau é gaita. Yeda também se revela uma cruza de Rubens Ewald Filho com cobra d'água, citando 'A Letra Escarlate' e 'O Escafandro e a Borboleta'.

No
RS Urgente está o interpretaço de Katarina Peixoto, que cala os rouxinóis que 'piupiuavam' entre o Palácio Piratini e a Av. Erico Verissimo.

Enquanto isso, na Sala de Justiça, segue o Baile de Máscaras... Aliás, sugiro aos foliões que usem o must have do Carnaval 2009: a máscara produzida pelo Cpers.

Sejamos, de fato, muito 'mais de mil palhaços no salão'!

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Tags Fórum Social Mundial na Amazônia

Big Ben, bem, amarelo, Yyamada, Terra Firme, movediça. Jaulas, humanas, lixo, ruas, oi, amorrr, hospitalidade, leseira, mangas, mangueiras, 5 graus, linha, Equador, magnestismo. Tucupi, filhote, Lá Em Casa, Rubão, Walda, Docas, inglês, ver. Valetas, fundas, floresta, abraça, chuva, com, sem, hora, marcada. Acampamento, juventude, flower power, coreto, praça, Ver-O-Peso, bicicletas, bicicletas, penduradas, árvores. Território, índios, espaço, demarcado, abuso, loucura. Techno, brega, aparelhagem, mosquitos, protetor solar, repelente. Faroeste, tapumes, restos, obras, poças, d'água, imundície, mais, lixo, profusão. Toque de recolher, cinco, comunidades, resultado, jornalismo chapa branca. Babilônia, portunhol, esperanto, ripongagem, calorismo. Doce, Katarina, monge, Marco, Marquinho, generoso, Maurício, sibila, adorável, surpresa. Só, ar condicionado, salva. Tapioca, Cerpinha, soberana das piscinas, Ananindeua, Iemanjá, açude. Marajoara, somos, indígenas, esquece!, Palhares. Estrela, cadente, céu, encoberto, sempre. Esqueceram, Belém, sempre. Lembraram, Fórum.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Na gôndola

Não consigo confiar num cara que vai ao Zaffari, oito da noite, num dia quente como hoje e compra UM pão cervejinha e papel toalha. Tenho meda de gente assim porque até quando vou ao super, vou perigosamente.

Aí, minha mãe diria:

- E quem te aguenta, Belinha? Só um sueco.

Buenas, eu sou um bando... "Meet Me In Montauk". Sou os trabalhadores que deveriam ter o mundo em suas mãos. A bicicleta com pneu furado. Uma jovenzinha branca da América que escova os dentes com dentifrício clareador, acreditando que a vida pode ser propaganda de margarina. Sou a revoada, mas dia a dia estou na manada, luz branca e fórmica, porém, só quero bailar! E também sou a menina que tem medo de camisas azuis listradas de branco, que sobre braços magros, carregam sacolas do Zaffari, contendo apenas UM pão cervejinha e papel toalha.

sábado, 22 de novembro de 2008

O namoradinho de uma amiga minha

Acho que a geladeira e o fogão aqui de casa têm um affair. Sempre perto da uma da manhã, ela emite uns sons estranhos pra ele - algo eletrizante. O fogão fica todo aceso!

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

'Tamo' aí

mas bem na manha...

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Eu tenho uma camiseta escrita eu te amo

.mas tem que olhar assim.

domingo, 24 de agosto de 2008

Tu, mais ainda

Sabe? Eu gostei de ti, logo que vi. Nem tão imediatamente assim, mas no 'tempo do samba'.
Só que eu tô indo embora... embora pra onde estou agora, que não é minha casa, porém, é a casa 'da santa missa na capela'.

sábado, 19 de julho de 2008

Meu som te cega, careta, quem é você?

Naquele clima "seu olho me olha, mas não pode me alcançar", vivi dias de sal e rezei na Igreja Nossa Senhora da Paz e também orei pelo otimismo em botecos pé sujo. Dormi esfarelada de areia e debaixo de cobertas de fios egípcios. No desjejum, café forte, O Globo e conversas amenas com meus queridos hostess na cidade onde o que não é epifania, é piada pronta.

Mas hoje é meu último dia aqui. Praia ô!

segunda-feira, 9 de junho de 2008

A profunda relação entre os deuses e a natureza

"Cortaram os trigos. Agora
a minha solidão vê-se melhor"

O poema e na foto, Sophia de Mello Breyner Andresen

sexta-feira, 30 de maio de 2008

A felicidade é um cavalo verde

Sempre com a opção colorir!


Foto de Tim Walker

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Elementar, meu caro Watson

"Conhecemos as pessoas durante anos, até mesmo dezenas de anos, habituamo-nos a evitar os problemas pessoais e os assuntos verdadeiramente importantes, mas guardamos a esperança de que, mais tarde, em circunstâncias mais favoráveis, se possam justamente abordar esses assuntos e esses problemas. A esperança, sempre adiada, de um relacionamento mais humano e mais completo nunca desaparece completamente, porque nenhuma relação humana se contenta com limites definitivos, restritos e rígidos. Permanece, portanto, a esperança, de que haja um dia uma relação 'autêntica e profunda'. E permanece durante anos, até mesmo décadas, até que um acontecimento definitivo e brutal (em geral, uma coisa como a morte) vem dizer-nos que é demasiado tarde, que essa 'relação autêntica e profunda', cuja imagem tínhamos amado, também não existirá; não existirá, tal como as outras."
[Michel Houellebecq, in ‘As Partículas Elementares’ ]

domingo, 18 de maio de 2008

Let it bleed

A voz cada vez mais grave. Bar.
Espreguiço minhas carnes de anteontem.


Café. Língua lambida.
As toalhas brincam de esconder no varal
.

Quieta, na rua singrada pelo sol, ando a passos largos, sacolas do Zaffari e um maço de flores. Agora entendo porque uma amiga não se separa do marido, explicando que seria uma bosta carregar as compras sozinha.


Coca light. Pijama e frio nos pés.
Não vamos passear. Umpf.


Ainda muda, lembro do mito de Sísifo. É... amanhã tem manada.

A vida aos trinta não combina com domingos.
Por isso o título desse post.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

quinta-feira, 15 de maio de 2008

A leveza e o peso

Não pretendo pesar menos que um travesseiro nem patrolar a existência. A leveza e o peso é um capítulo de 'A insustentável leveza do ser', de Milan Kundera. Li em 2005, acho, e se aplica totalmente ao que vivo hoje.

Veja:

"Para um amor se tornar inesquecível é preciso que, desde o primeiro momento, os acasos se reúnam nele como os pássaros nos ombros de São Francisco de Assis."

E aqui não me refiro à posse a que o amor está ligado, o amor esse das convenções sociais, dos protocolos que ficam hermeticamente sustentados pela cerquinha branca, que guarda o carro na garagem da casa parcelada em êne prestações. Falo do amor possível, dos momentos e de, depois deles, continuar limpando o banheiro dos gatos, escrever, ir pro escritório e escovar os dentes, mesmo que a noite anterior tenha sido legal.

O amor é o encontro. E a espera também, mais o sem-fim de acontecimentos que sucedem os lençóis amarfanhados. Mesmo que não dê em nada, porque aquele momento foi bacana. Não. Não estou sendo reducionista. Assim é o mundo dos adultos: cartesiano. E justo esses encontros fazem do mundo um lugar mais fofinho.

(Incidental: eu gosto de sentir frio quando estou feliz)

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Pic of the day


Confusa, mas figurino ok ;) [já é alguma coisa]