contrata-se modelo vivo, cerca de 1,90m de altura, olhos esbugalhados, sorriso de criança pequena. longilíneo, deve se parecer com um padre e posar apenas de cuecas e camiseta rota. imprescindível permanecer o tempo que for necessário (e isso pode significar anos) languidamente fumando sobre a cama, como se o mundo lá fora fosse uma alucinação. tratar aqui.
adoro os segredos que as pessoas não me contam. aquilo que vou descobrindo depois que vão-se embora. pequenos presentes que me ofertam sem saber. tudo aquilo que não se disse. o depois não do óbvio, do ocorrido. é um não-tempo e não quero ser complicada mas não dá pra explicar muito. podem ser desenhos, nesgas, bafos no travesseiro, sons que ficaram mastigados atrás da orelha, até umas aparições que a gente mesmo cria... e flashs de ontem, gostos lambidos lavados dormidos. as coisas das pessoas. mas o que me afeta mesmo são as coisas que as pessoas gostam e que eu desconhecia. as coisas delas, seus guardados. os jardinzinhos dos seres, que eu sorrateira, na noite ou no dia, me enfio, feito criança futucando o dedo na tomada, e acabo encontrando letras de canções, píxels, nuances e até pessoas que estiveram antes de mim na vida dessas gentes. e eu gosto! e escrevo sorrindo agora porque é bonito quando a gente aprende no outro, mesmo que o outro ser esse não pretenda ensinar. baratotal. uuuuuuuuuuuuuuu!
Na falta de melhor coisa pra fazer, não faça nada. Vá até o 1001 rules for my unborn son e exercite os músculos da face. Coincidência ou não, entre as minhas prediletas, está a regra número 333, ilustrada por Barack Obama. Dá uma surfada aqui.
Eu e o Mousse gostamos muito dessa música, ambiente, pessoas, barba e do jeito que a moça limpa a garganta. A gente conversou sobre isso um sábado desses, antes da festa aqui em casa, quando só eu e ele vimos o clipe do Little Joy, sob o sol da tarde. Pensamos, inclusive, na possibilidade de ir morar na Califórnia, mais pela bossa do que qualquer outra coisa.
Pois eu sou, na verdade, uma grandissíssima mentirosa. Pra ser mais chique, uma mentirosa contumaz. Gosto de inventar, sabe? Escrevo mentiras. Desde bem pequenininha. Até "Juliana puta" escrevi de giz na calçada em frente de casa, no dia da minha primeira comunhão - o que não chegava a ser exatamente uma redonda mentira, mas enfim. Foi meu primeiro pecado confesso. Mas minto. Minto sim. Não quando estou trabalhando. Aí é sério. Coisa de gente grande. Mas quero trabalhar mentindo...
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Bom, posso contar que fui citada por dois gurizes que são bem conhecidos de todos e que eu adoro: o Claudio Júlio Tognolli e o Paulo Bentancur e que espinafrei o molinho do William Bonner pelos idos de 1996... Já entrevistei o Zé do Caixão (o jornalismo tem que te fazer rica em algum momemnto), enfim, mil e umas, mas meu maior sonho sempre foi mesmo ter um boneco Snoopy, porém, minha mãe não me deu. Eu tinha nove anos. Boneco norte-americano? NEM PENSAR!
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Tá. Isso aqui tá uma salada.
Buenas, é que eu conversava com meu amigo Renato no msn - um que eu catei no Orkut porque achei que ele tinha uma cara de problema renal e de ser órfão (só acertei a segunda parte) - e o papo era esse. É o que posso adiantar. Por enquanto.
Mais uma dica. A imagem abaixo:
Do blog The Butter flying
E não é mentira que eu sou capaz de fazer chover colorido. O Renato tem provas.
"A educação plástica em geral é uma coisa default, a generosidade, rara". A frase me foi dita por Simone Marques, mais conhecida por Ariela Boaventura, uma doce garota, dona e proprietária do Bovinenses, mãe do gato que é gata, cozinheira de omeletes e lançadora de fumaças alhures.
Tá, turminha? É mais ou menos isso aí, mais um quilo de farinha, que não tá easy pra nobody. E vou me recolher que amanhã começa tudo de novo e a gente tem que forcejar, não 'flochá os garrão' e no pagode, sentar na mesa da Alcione.
Internet expropriada dos ricos. Queria saber tocar piano. Ele parece uma galinha dormindo... Nina Simone!!! O resto é acessório. Até um botão tem casa. Não se resume a figurino, drink e sexo. A vida. Maria Otilia é nome de amiga minha. Amiga mesmo. Filme francês: janela com janela. Vergonha deles. Crème Brûlée o livro ensina a 'fazê'.
Num pout pourri de cinema e Carnaval, a desgovernadora Yeda e o Grupo RBS nos brindam hoje com um case de 'marquitin', bem ao gosto dos 'gestores' e 'colaboradores' locais. Na carta ao colunista Paulo Sant'Anna, a sra. Cruzes paga de afável e quase nos faz crer que berimbau é gaita. Yeda também se revela uma cruza de Rubens Ewald Filho com cobra d'água, citando 'A Letra Escarlate' e 'O Escafandro e a Borboleta'.
No RS Urgente está o interpretaço de Katarina Peixoto, que cala os rouxinóis que 'piupiuavam' entre o Palácio Piratini e a Av. Erico Verissimo.
Enquanto isso, na Sala de Justiça, segue o Baile de Máscaras... Aliás, sugiro aos foliões que usem o must have do Carnaval 2009: a máscara produzida pelo Cpers.
Sejamos, de fato, muito 'mais de mil palhaços no salão'!